segunda-feira, 26 de março de 2012

REAÇÕES QUÍMICAS

As turmas 1001, 1001 e 1003 (1º ano) do turno da manhã do MAF fizeram seis experimentos de reações químicas, sob a orientação e supervisão dos professores de química Danúbia Tavares e Miguel Nivaldo.

Com estes experimentos os alunos puderam entender melhor o que é uma reação química, isto é, uma alteração química, onde matéria (um reagente ou reagentes) se converte em uma nova substância ou substâncias (um produto ou produtos), podendo com isso classificá-las em reações de adição ou síntese, análise ou decomposição, simples troca ou deslocamento e dupla troca. Vendo na prática que algumas reações ocorrem somente sob determinadas circunstância, como exemplo o fornecimento de calor, e que algumas reações são acompanhadas de indicações externas, como a mudança de cor, desprendimento de gás, calor ou luz.

Os experimentos foram os seguintes:

EXPERIMENTO I

· Usando a pinça de madeira, pegou-se um pedaço de Magnésio e queimou na chama da lamparina. Tendo o cuidado com a intensidade da luz emitida pela reação (não deve olhar diretamente).

· Após a queima, transferiu-se o produto resultante (um pó branco) para a cápsula de porcelana.

· Ao pó branco formado, adicionou-se 5 gotas de água e 2 gotas do indicador fenolftaleína e observou.

Reação I: Magnésio + gás oxigênio → óxido de Magnésio

Reação II: Óxido de Magnésio + água → hidróxido de magnésio

EXPERIMENTO ll

· No Becker colocou-se 10mL de sulfato de cobre e em seguida colocou-se a lamina de zinco

Reação: Zinco + Sulfato de cobre → Cobre + Sulfato de zinco

EXPERIMENTO III

· No tubo de ensaio adicionou-se 1mL da solução de NaOH e 2 gotas do indicador fenolftaleína. Com o auxilio do conta-gotas, adicionou-se gota a gota da solução de HCl, até que a coloração modifica-se (agitou-se a solução). Colocou-se a solução obtida (incolor) na cápsula de porcelana e aqueceu até a total evaporação da água. Observou.

Reação: ácido clorídrico + hidróxido de sódio → cloreto de sódio + água

EXPERIMENTO IV

· No erlenmeyer foi adicionado 20 ml de água da pisseta e em seguida 4 gotas de Azul de Bromotimol.

· Com o auxílio de um canudinho, assoprou fazendo a solução borbulhar no erlenmeyer e observou.

· Aqueceu a solução e novamente observou o que ocorreu.

Reação: Dióxido de carbono + água → ácido carbônico

EXPERIMENTO V

· No tubo de ensaio foi adicionado 20 gotas de ácido clorídrico (HCl) e uma colher medida de carbonato de cálcio (Na2CO3). Observou.

N Cuidado com o ácido clorídrico (HCl). Perigo de queimaduras.

Reação: HCl + Na2CO3 → NaCl + CO2 + H2O

EXPERIMENTO VI (Vulcão de dicromato de amônio)

· Colocou-se um pouco de dicromato de amônio em uma tela de amianto e aqueceu. Observou o que ocorreu.


Reação: (NH4)2Cr2O7(s) N2(g) + 4 H2O(g) + Cr2O3(s)

Em seguida os alunos responderam as seguintes questões do roteiro experimental:

Para o Experimento I:

a) Qual a coloração adquirida após a adição de fenolftaleína ao pó branco + água? Justifique sua resposta.

b) Escreva as equações envolvidas no experimento I.

c) Faça o balanceamento da equação.

d) Classifique esta reação.

Para o Experimento II:

a) O que ocorreu com a lâmina de zinco e com a solução de cobre?

b) Escreva a equação química associada ao fenômeno ocorrido.

c) Classifique esta reação.

Para o Experimento III:

a) O que acontece com a solução de NaOH ao adicionar a fenolftaleina? Justifique sua resposta.

b) Escreva a equação química associada ao fenômeno ocorrido.

c) O que acontece quando se adiciona HCl na solução de NaOH?

d) Explique por que usamos o indicador.

e) Explique por que aquecemos a solução obtida após a reação?

Para o Experimento IV:

a) Qual a cor adquirida quando você adicionou as gotas de Azul de Bromotimol na água? Por quê?

b) Quando você assoprou qual a cor observada na solução?

c) Explique a mudança de cor ocorrida quando você assoprou a solução.

d) Escreva a equação química associada ao fenômeno.

e) Explique o que você observou ao aquecer a solução.

Para o Experimento V:

a) Reescreva e reação acertando os coeficientes.

b) No composto Na2CO3. Qual o nome de cada elemento químico?

Na: ___________ C : ____________ O: _________________

Para o Experimento VI:

a) Classifique a reação.

b) A reação está corretamente balanceada?

quarta-feira, 14 de março de 2012

BINGO QUÍMICO NO LMC

Os alunos do turno da noite (turma: 401 – EJA) participaram da construção de um jogo didático chamado “bingo químico” no LMC. Sob a orientação e supervisão das professoras Ana Carla e Danúbia Tavares, onde foi explicado passo-a-passo, como os alunos montariam esse jogo didático, o qual foi elaborado da seguinte forma:

Primeiramente, foram escolhidos 50 elementos da tabela periódica para serem sorteados no bingo químico e também para a confecção das peças. Cada cartela possuía 20 elementos escolhidos de forma aleatória, sendo que nelas só apareciam os símbolos químicos dos elementos.

Os materiais utilizados na confecção das cartelas e das peças foram: papel cartão, para servir de base para as cartelas do bingo; papel A4; para imprimir as cartelas, cola branca, para fixar as cartelas em sua respectiva face; para as peças adaptou-se num bingo, os símbolos dos elementos químicos colados nas bolinhas que foram colocadas no globo para a realização do sorteio; tesoura; computador; impressora.

Após cada aluno estar com a sua cartela pronta, com materiais para a marcação das cartelas (grãos de milho, feijão ou bolinhas de papel) e ainda com a utilização de uma tabela periódica em preto e branco, a qual servia para consulta, uma das professoras chamava os elementos e os alunos marcavam em sua cartela, sendo realizados 10 sorteios que ocorreu da seguinte maneira:

1º sorteio: Marcar na horizontal, vertical ou diagonal 5 (cinco) elementos químicos;

2º sorteio: Marcar três elementos químicos da família dos gases nobres;

3º sorteio: Marcar três elementos químicos da família dos halogênios;

4º sorteio: Marcar três elementos químicos da família dos calcogênios;

5º sorteio: Marcar três elementos químicos da família dos metais alcalinos;

6º sorteio: Marcar três elementos químicos da família do nitrogênio;

7º sorteio: Marcar três elementos químicos localizados no 4º período da tabela;

8º sorteio: Marcar cinco elementos químicos do grupo dos metais;

9º sorteio: Marcar cinco elementos químicos do grupo dos ametais;

10º sorteio: Marcar cinco elementos químicos identificando seu nº atômico.

O término do jogo ocorria quando um aluno completava um desses sorteios, onde a cartela do ganhador era devidamente conferida pelas professoras, juntamente com os outros alunos. Para cada sorteio o ganhador era presenteado com um delicioso bombom de chocolate.

Percebeu-se com esse jogo didático, que além de ser um jogo bastante divertido, os alunos passaram a aprender e entender melhor como os elementos químicos estão organizados na tabela periódica, bem como aprenderam a identificar e diferenciar os metais, dos ametais e dos gases nobres.

Vale ressaltar que o “bingo químico” pode ser realizado de diversas formas depende do professor em elaborá-lo da melhor forma que desejar. O importante é melhorar o processo de aprendizagem dos alunos. Além de tornar uma aula divertida e diferenciada.



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

PILHA E BATERIA DE CARAMBOLA

Aula do dia 06 de Fevereiro com as turmas 3001 e 3002 da manhã, com a professora Danúbia Tavares e Supervisão do professor Miguel Nivaldo.

Com o objetivo de construir uma um dispositivo eletroquímico capaz de transformar energia química em energia elétrica ou simplesmente uma pilha e Relacionar o uso de materiais que contém metal pesado com problemas ambientais.

Realizamos a montagem da pilha com uma fruta muito abundante em nossa escola: a carambola.o processo se dá apartir dos seguintes passos:

ü Finque na Carambola (ou laranja, ou batata) a moeda de cobre e o clipe;

ü Conecte os jacarés;

ü Usando as reações químicas do processo, identifique com fita crepe ou etiqueta o pólo positivo e o negativo, tanto na pilha de carambola, quanto na calculadora ou relógio.

Ligue os fios positivo e negativo nos terminais da calculadora. Se não funcionar com apenas uma carambola monte um circuito em série.

Após a parte prática os alunos foram convidados a responder um questionário sobre a teoria envolvida no processo e os riscos ambientais envolvendo metais pesados.

PORQUE NÃO DEVEMOS JOGAR NO LIXO COMUM PILHAS E BATERIAS

Apesar de não parecer, pilhas e baterias são um grande problema para o homem e o meio ambiente. Elas contém mercúrio, cádmio e chumbo, que são metais extremamente tóxicos (metais pesados). Todos eles afetam o sistema nervoso, fígado, rins e pulmões. O cádmio pode causar câncer e o mercúrio, mutações genéticas. Não jogue as pilhas comuns no lixo de casa. Separe para devolvê-las ao fabricante. Prefira modelos de longa duração ou recarregáveis.

O RISCO DOS METAIS PESADOS

O adjetivo "pesado" é literal, resultado de esses materiais serem mais densos - isto é, seus átomos ficam mais próximos uns dos outros. Para ter uma idéia, 1 centímetro cúbico de um metal considerado leve, como o magnésio, pesa 1,7 grama. Já 1 centímetro cúbico de qualquer metal pesado tem pelo menos 6 gramas. E onde entram os riscos para a saúde? Em contato com o organismo, esses metais acabam atraindo para si dois elementos essenciais do corpo: proteínas e enzimas. Eventualmente eles se unem a algumas delas, impedindo que funcionem - o que pode levar até à morte. "Os metais pesados também se ligam às paredes celulares, dificultando o transporte de nutrientes", diz o químico Jorge Masini, da USP. Mesmo assim, o organismo também tem necessidade de pequenas quantidades de alguns desses metais. É o caso do cobre, que nos ajuda a absorver vitamina C. Em concentrações altas, porém, os mesmos metais são tóxicos.

Mercúrio, chumbo e cádmio são os metais mais perigosos

PULMÕES: Ficam inflamados em contato com o cádmio

FÍGADO E RINS: São os órgãos mais danificados pelo cádmio

MÃOS: Suas articulações - até as dos dedos e do pulso - ficam paralisadas por contaminação de chumbo

CÉREBRO: Ingerido em peixes contaminados, o mercúrio debilita as funções cerebrais. E o vapor do metal causa distúrbios psíquicos, como depressão

APARELHO DIGESTIVO: É atacado pelo chumbo e pelo cádmio

Sites consultados:

http://mundoestranho.abril.com.br

http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_noticias/radio/id140602.htm

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A FÍSICA DOS INSTRUMENTOS MUSICAIS DE SOPRO

Instrumentos musicais de sopro funcionam, em geral, pela vibração do ar contido em seu interior. De acordo com o instrumento, o ar se apresenta em colunas, contidas em um ou mais tubos que definem a altura (grave ou agudo), a intensidade (forte ou fraco) e o timbre do som.

De maneira semelhante a molas ou cordas, o gás no interior do tubo pode vibrar com frequências sonoras diferentes, sendo este o princípio de funcionamento de instrumentos musicais como a flauta, trompete, saxofone, etc. os quais são constituídos pelo que na física denominamos de tubos sonoros.

É importante ressaltar que um tubo sonoro pode apresentar uma ou duas extremidades abertas e que esta diferença é fundamental para a definição da análise física que faremos para entender a formação de sons em seu interior.




A aula realizada com as turmas 2001 e 2002 da manhã, no dia 09/02/2012, teve como objetivo principal a construção de um instrumento musical se sopro, utilizando tubos de ensaio.

Os materiais utilizados foram:

- 7 Tubos de ensaio.

- Pipeta e piceta com água

- Régua.

- Placa de madeira.

- Fita Crepe.

Uma vez observando que tubos de ensaio apresentam apenas uma extremidade aberta, foram realizados cálculos com a fórmula:

f = n(v/4L)

Onde:

f é a frequência.

n é o harmônico (na teoria musical corresponde a oitava do instrumento).

v é a velocidade do som no ar (usado no experimento, v = 330 m/s).

L é o comprimento do tubo.

Utilizando valores conhecidos na literatura (ver tabela abaixo) para a frequência de cada nota musical, foi definido o tamanho que cada tubo deveria ter para emitir o som desejado da escala natural (Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si).

Nota

mi

sol

Si

f(Hz)

261,7

293,7

329,7

349,2

392,0

440,0

493,9

Após esta etapa, cada equipe, colocou dentro dos vários tubos um pouco de água, deixando livre para o ar vibrar, apenas a medida correspondente a cada nota.

Com os tubos sonoros calibrados, os alunos usaram a placa de madeira e a fita crepe para facilitar a montagem e finalização do instrumento. E Por final, com os instrumentos prontos para serem tocados.......Toda licença à arte!

Prof. Sérgio Bezerra

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

EXPERIÊNCIAS NO LMC

No dia 28/12/2011 os alunos do 1ª ano (turma: 1001 / turno: Manhã), do MAF fizeram várias experiências envolvendo as funções inorgânicas (ácidos, bases, sais e óxidos). Com a supervisão e avaliação dos professores de Química Danúbia Tavares e Miguel Nivaldo. As quais foram as seguintes:

1° Experiência

Reação de neutralização do ácido clorídrico utilizando o leite de magnésia (hidróxido de magnésio)

Material Necessário:

2 béqueres; Ácido clorídrico (HCl); Leite de Magnésia (Mg(OH)2); Fenolftaleína.

OBS: O ácido clorídrico (HCl), é um material perigoso, antes de começar o experimento deve-se usar luvas apropriadas. O experimento deve ser feito com a supervisão do professor.

Procedimento Experimental:

Em um béquer, colocou-se um pouco de ácido clorídrico e no outro béquer colocou-se o leite de magnésia. No béquer com o leite de magnésia gotejaram-se três gotas de fenolftaleína, ocorreu mudança de cor (róseo), indicando que o leite de magnésia é uma base.

Por fim, colocou-se o leite de magnésia no béquer com ácido clorídrico, ocorreu à neutralização do ácido clorídrico com a formação de sal e água. Conforme a reação abaixo:

2 HCl + Mg(OH)2 à MgCl2 + 2 H2O

Importância da reação de neutralização no nosso cotidiano

Reação de neutralização se define como a reação de um ácido com uma base. Por que esta reação se relaciona com picadas de insetos? A neutralização se aplica a um fenômeno da natureza: o antídoto contra o veneno da picada de abelhas.

O veneno injetado pelo ferrão de uma abelha é ácido, então é só deduzir: o que é preciso para neutralizar esse veneno? A presença de uma base (Definição de base: toda substância que quando sofre dissociação em água libera o ânion OH- (hidroxila) como produto).

Logo, é exatamente assim que é feito o tratamento contra o ataque deste inseto, aplica-se leite de magnésia que possui caráter básico no local da picada. Pode-se também aplicar compressas embebidas em solução de amônia ou bicarbonato, ambas constituem soluções básicas.

O inverso ocorre no tratamento contra lesões provocadas por picadas de vespas, este inseto injeta um veneno de caráter básico na pele do indivíduo, o alívio é obtido com aplicação de vinagre (ácido acético).

A reação de neutralização mais comum do nosso cotidiano é a que ocorre depois da ingestão de alimentos calóricos, o que fazemos após aquele almoço de domingo cujo prato principal era feijoada? Tudo começa com uma sensação de queimação no estômago, mais conhecida como azia. A solução para esse problema é ingerir um antiácido estomacal, uma vez que, o princípio ativo desse medicamento nada mais é que do que uma base, como por exemplo, Mg(OH)2 – hidróxido de magnésio.

Quando você ingere um antiácido, neutraliza o HCl (ácido clorídrico) responsável pela azia. Os íons OH- responsáveis por esse efeito são provenientes da dissociação da base Mg(OH)2.

Outra situação desagradável causada pela presença de ácidos em nosso organismo é em relação à nossa transpiração. Os ácidos carboxílicos são os responsáveis pelos desagradáveis odores que exalamos após a realização de exercícios físicos. Mas apresentamos aqui uma reação de neutralização para solucionar este inconveniente. Novamente o hidróxido de magnésio entra em ação, ele é mais conhecido como leite de magnésia: uma forma cremosa que, quando aplicado nas axilas, ajuda a combater o cheiro desagradável de suor.

Para se ter uma ideia da importância das reações de neutralização, saiba que são usadas até mesmo para solucionar problemas causados por acidentes em rodovias. Acidentes como o derramamento de ácidos é fato comum em trechos rodoviários, o que fazer então para solucionar o problema e garantir que não provoque mais inconvenientes?

Vamos imaginar que uma carreta transportando ácido sulfúrico capotou na estrada, o que usar para retirar os efeitos ácidos do meio ambiente? Solução de hidróxido de sódio (NaOH) é ideal para neutralizar a acidez, então a solução seria lançar NaOH suficiente para impedir a ação catastrófica do ácido sulfúrico. A equação química que representa o processo é:

H2SO4 + 2 NaOH → Na2SO4 + 2 H2O

2° Experiência

Enchendo balão com gás carbônico através da reação do vinagre (ácido acético) com o bicarbonato de sódio

Material Necessário:

Vinagre (Ácido acético);Bicarbonato de sódio;Balão;Funil;Garrafa de gargalo estreito ou erlenmeyer.

Procedimento Experimental:

Colocou-se vinagre dentro de um erlenmeyer até encher cerca de um quarto desse recipiente. Com o funil, colocou-se no balão um pouco de bicarbonato de sódio. Posteriormente, enfiou o gargalo do balão no gargalo do erlenmeyer. Levantou-se o balão de modo que o bicarbonato de sódio entra-se no erlenmeyer. O vinagre formou bolhas e o balão começou a encher. Isso ocorreu, devido o ácido acético do vinagre reagir com o bicarbonato de sódio formando o dióxido de carbono (CO2-gás carbônico), conforme a reação química abaixo. À medida que se formou mais gás, a pressão dentro da garrafa aumentou e o balão encheu.

H+(aq) + HCO3- (aq) à CO2(g) + H2O(l)

3° Experiência

Enferrujamento da palha de aço

Material Necessário:

2 pedaços de palha de aço; Água; 2 tubos de ensaio.

Procedimento Experimental:

Em um tubo de ensaio colocou-se um pouco de água e um pedaço de palha de aço. Em outro tubo de ensaio colocou-se apenas a palha de aço. Ambas foram deixadas ao ar livre.

Após algumas horas notou-se a formação de ferrugem nas duas palhas de aço. Notou-se que ocorreu formação de ferrugem mais intensa no tubo de ensaio com a palha de aço molhada.

A ferrugem é o produto da interação do ferro presente na palha de aço com outras duas substâncias: a água e o oxigênio. Concluiu-se com isso, que a palha de aço não enferruja dentro das embalagens plásticas devido à ausência de água e ar.

Agora imagine: se deixarmos uma palha de aço seca numa cidade litorânea e outra em Brasília, qual delas vai enferrujar primeiro? No litoral existe uma maior umidade relativa do ar já em Brasília o tempo é mais seco, sendo assim, a palha de aço da cidade litorânea vai enferrujar mais depressa.

Sites consultados:

http://www.brasilescola.com/quimica/reacoes-neutralizacao-mais-comuns.htm

http://www.brasilescola.com/quimica/picada-inseto-reacao-neutralizacao.htm

http://www.explicatorium.com/LAB-Enchimento-baloes.php

http://educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/palhas-aco-ferrugem.htm


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

RECICLAGEM DE PAPEL

Aula dos dias 24 e 25/01/2012 com as turmas 601 tarde e 702 manhã. Estudos Amazônicos. Professora Kélvia Romano. Supervisão dos professores Sérgio Bezerra e Miguel Nivaldo.

Nesta aula os alunos participaram de uma pequena palestra sobre Educação Ambiental e depois foram convidados a coletar o papel que havia sido jogado no lixo da escola e trazer para o LMC (Laboratório Multidisciplinar de ciências) para ser reciclado.


O MUNDO PRECISA SABER DISSO:

Os 5 r’s da educação ambiental:

Repensar , Recusar , Reduzir, Reutilizar, Reciclar

O que é reciclagem?

Reciclagem é um conjunto de técnicas que tem por finalidade aproveitar materiais cuja vida útil já se esgotou e que de alguma forma foi rejeitado.

Porque reciclar?

ü maior a economizar energia;

ü preservação os recursos naturais;

ü diminuição do lixo aterrado;

ü diminuição dos efeitos do aquecimento global.

RECICLAGEM DE PAPEL: Cada tonelada de papel que é reciclada, evita o corte de 40 árvores, economiza 10.000 m3 de água e 50% da energia elétrica necessária para se obter o papel a partir da árvore.

RECICLAGEM DE ALUMÍNIO: a reciclagem do alumínio proporciona uma economia de 95% de energia elétrica. Para se ter uma idéia, a reciclagem de uma única latinha de alumínio economiza suficiente energia para manter um aparelho de Tv ligado durante três horas.

RECICLAGEM DE PLÁSTICO: 100 toneladas de plástico reciclado evitam a extração de 1 tonelada de petróleo. A fabricação de plástico reciclado economiza 70% de energia;

RECICLAGEM DE VIDRO: a reciclagem de 1 tonelada de vidro evita a extração de 1300kg de areia.

TEMPO DE DECOMPOSIÇÃO DE ALGUNS MATERIAIS: