Isso tudo não é blá blá blá!
Estas coisas - e tantas outras – estão realmente acontecendo, e a única parte boa dessa história é que é possíve
Na época, a hipótese vigente sobre a origem da vida era a descrita na Bíblia, e mesmo boa parte da comunidade científica se limitava a explicar a diversidade de espécies como o produto da ação de um designer inteligente e divino.
Segundo a teoria de Darwin, tanto os organismos vivos como os que foram encontrados fossilizados, se originavam de um único ancestral comum e se transformavam ao longo do tempo. Semelhante a uma bactéria, esse primeiro ser vivo sofreu modificações até gerar toda a variedade de animais e plantas do planeta, seguindo um padrão evolutivo (que permanece ativo). Assim, o homem deixou de ser visto como um animal especial e mais evoluído para ser encarado como mais um ramo da grande árvore da vida.
O argumento de Darwin era tão conclusivo que o debate sobre a validade da teoria terminou menos de duas décadas após sua divulgação – mesmo batendo de frente com o dogma religioso.
Darwin em uma viagem em busca de respostas que o ajudasse a entender a origem da vida observou a existência de espécies próprias em cada região – mas muitas delas, semelhantes, podia viver em locais distantes. Mas nesses casos apresentavam adaptações ao meio. Darwin dizia que a competição leva à dispersão de traços vantajosos, pois organismos mais adaptados sobrevivem e geram mais descendentes.
Com base em três conceitos – diversidade, tempo geológico e seleção natural -, Darwin conseguiu provar que as populações de seres vivos estão em constante transformação. Ao defender a grandeza de sua teoria em A Origem das Espécies, ele resumiu: ”De um início tão simples, infinitas formas, as mais belas e mais maravilhosas, evoluíram e continuam evoluindo”.
Matéria retirada da revista Nova Escola (N° 221). Título original: Evolução: A idéia que revolucionou o sentido da vida.
Reeditada pelas as alunas Luana Monteiro e Dandara de Castro (Turma 2001/manhã).
Visitas Programadas: Refere-se a atividades desenvolvidas nas dependências do LMC ou nas dependências da escola (salas de aula, por exemplo) com a utilização de equipamentos do LMC, que necessariamente deverão ser agendadas com antecedência, nas quais os principais condutores destas atividades será a equipe do LMC.
É importante destacar que em ambos os casos estas visitas deverão ser planejadas de forma conjunta entre professores e a equipe do LMC, levando-se em consideração os objetivos pretendidos em cada atividade.
Atividades Extra-curriculares: Aqui podemos destacar diferentes atividades, como pequenos projetos de investigação que poderão ser desenvolvidos por alunos com a utilização de equipamentos do laboratório e sob a supervisão do professor responsável por ele, geralmente em turnos diferentes dos que o aluno estuda; feiras de ciências que podem ser promovidas pelo LMC anualmente constituindo um importante espaço de abertura da escola à comunidade; visitas técnicas à instituições de caráter científico e tecnológico (universidades, museus, Planetário, etc.); organização de ciclos de seminários e cursos para alunos, professores e a comunidade sobre temas pertinentes à educação científica; etc.